terça-feira, 29 de maio de 2012

A derrota do cavaleiro




O cavaleiro negro retorna outra vez, mas ao invez da frieza de inverno em seus olhos vejo lagrimas. Ele sente a dor que causou, sente a ponta da espada atravessando seu corpo, seu coração. Vencido pela voz de um anjo, o amor o vence novamente.

Como posso não amar ser tão louvável, alguém que cuida dos necessitados, olha pelos condenados, veste a capa do amor pelo outro.

Você é a luz que vejo no fim do meu escuro túnel.
 Te quero hoje e sempre.

Sei que o selo que temos nunca vai se quebrar, não importa quem esteja ao seu lado. Sempre será somente mais uma fada, somente mais uma que passa pelo seu caminho a lhe entregar algo. Teu anjo sempre vai estar aqui olhando por você, secando suas lagrimas, beijando seus lábios e dizendo que tudo acabará bem é só seguir seu caminho que o tempo mostra o que é para ser visto.

Olho em seu rosto e não vejo mais a sombra que via. Vejo as feridas, vejo a dor do passado, mas vejo o belo guerreiro que se tornou.

Por mais espadas e escudos que me aponte somente eu sei quem você é em essência e somente eu sei passar pelas suas armadilhas.

Quero estar com você hoje e sempre, quero passar noites a fio vendo as estrelas e as nuvens passarem.
Seja meu mais uma vez assim como me prometeu no circulo de pedra.

Espero você a beira do mar para saudarmos as ondas mais uma vez, saudar a mãe que nos criou e passar para próxima página de nossa história.

Ariane Cuba de Magalhães