Os velhos tempos voltaram
O castelo Negro, recando de minha alma estragada pelo tempo.
Do castelo Negro vejo o entardecer, a noite aparece trazendo o esplendor da lua no mar.
Os velhos tempos voltaram como lagrimas de sangue em meu rosto. Sorriso a mostra pra esconder o choro incontido.
Procuro um lar para descansar.
Ao longe um castelo, a chuva cobre meu corpo, sinto o vento em meu rosto. como se fosse pequenas facas me trazendo teu cheiro.
Sinto que tudo acabou para nós mais ainda me resta chorar. Procuro por que realmente dará paz a minha pobre alma andarilha que vivi de povo em povo, de aldeia em aldeia procurando o poço fundo em teus olhos.
Solidão é meu nome.
Os que me buscam acabam na praia da ilusão. Sombria esperança de se manter vivo em um tempo de dor e solidão. Espero achar conforto em teus braços acusadores.
Por que você nunca entende o que preciso de você não me ensine o que já sei e busque o que tenho a mostrar ouça o que tenho a dizer em mim sobram cinzas dos tempos onde você nem avia nascido.
Como quer ensinar -me coisas que você nem sabe ao certo como funcionam.
Não sei como pode dar certo a união entre corpos separados, almas que não andam em harmonia se sentem presas quando estão juntas. Com a separação vem a tristeza que traz o alivio de um novo recomeço.
Palavras tolas as minhas não acha? Mais o que esperar de alguém insano como eu? O que acha que encontrarias aqui?Um belo poema de amor. Onde as personagens vivem felizes para sempre?Aqui te digo meus reais sentimentos e perturbações, coisas que não se vê em contos de fada.
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